21 de novembro de 2009

Viagem: planejando os gastos

OK, vamos abrir o jogo: para planejar uma viagem, você tem que dedicar um bom tempo antes da partida. É preciso montar um roteiro, decidir o que você quer fazer no seu destino, quando vai e levantar informações a respeito.

Dessa vez, temos cinco (ou seriam seis?) guias de Nova Iorque aqui em casa. Já lemos alguns, Lu e eu, e devemos ter todos os pontos de interesse mapeados em breve. Com isso em mãos, você vai para a internet descobrir quanto custa cada passeio. Nesse ponto, não dá pra tomar atalhos, tem que anotar tudo. Se você pensar “Ah, são só cinco dólares”, seu planejamento vai para as cucuias. Cinco dólares ali, cinco lá, logo viram 100 dólares. E 100 dólares são quase 180 pilas. Você sente falta de 180 pilas na carteira, não sente?

O próximo passo, agora que você já sabe o que quer fazer e quanto custa cada uma dessas coisas, é colocar tudo numa planilha. Eu uso o Excel mesmo, mas dá pra usar organizadores financeiros, uma folha de papel e até mesmo um guardanapo e um lápis dão conta do recado. Eu divido minha planilha em grupos de despesas: transporte da viagem em si, alimentação, passeios, estada, transporte local e compras.

Prefiro fazer assim porque há despesas de tipo diferente. Ao definir um valor para alimentação, por exemplo, você vai multiplicar pelo número de dias da viagem e também pela quantidade de pessoas. Já compras, é um item que não exige multiplicação alguma: definiu que vai comprar um Playstation e que custa 400 dólares, tasca lá e pronto.

O transporte local também é fácil de planejar. No caso de NYC, basta entrar no site da MTA NYC Transit e pegar os valores de metrô, ônibus e trem. Calcule um valor para táxis, que você usa no caso de necessidade e tá feito o seu planejamento de transporte.

Os passeios podem tomar mais tempo. Um show, um concerto, um jogo da NBA, tudo isso pode ser precificado, mas você vai ter que pesquisar bastante. E em alguns casos, para garantir o preço, comprar adiantado. Museus, exposições, parques e atividades afins também devem estar na planilha.

A estada é um componente dos mais importantes. Dessa vez, em NYC, já vamos sair daqui com a estada praticamente paga, porque estamos alugando apartamento em Manhattan por um mês. Mas isso terá que fazer parte da planilha.

Com os valores todos planilhados, vai chegar a hora de decidir quanto levar em dólares, quanto e o que você vai pagar no cartão e quanto levar em travellers checks. Quando fomos à China e Europa, no ano passado, a composição era mais complicada, porque tivemos que decidir quanto levar em euros, quanto em dólares e quanto em travellers de cada moeda. Deu perfeitamente. Aliás, sobraram alguns euros que vou converter em dólar agora para levar nas férias deste ano.

19 de novembro de 2009

Tudo azul

Ufa, foi tudo bem com a cirurgia da Berna. Aguardamos a biópsia para ter certeza, mas a médica crê que fosse benigno. Ela tá se recuperando bem. Valeu pelo povo que perguntou por ela e que desejou que tudo desse certo. E deu mesmo. Brigado!

17 de novembro de 2009

Preocupado

Eu sei que ficar preocupado não adianta nada. Ou se faz algo, ou se tira o que preocupa da cabeça. Mas não consigo evitar.

Minha mãe faz uma cirugia hoje. Coisa simples, cisto no ovário, coisa que a cirurgiã dela faz com uma mão nas costas. Mas ainda assim, me preocupo. Muito mais por estar a centenas de quilômetros de distância dela do que qualquer coisa.

Estou passando boa parte da semana em Brasília, a trabalho, e justo no dia em que ela vai ser operada, estou longe. Ainda bem que meu pai e a Lu estão por perto para atender a dona Berna. Me vendo nessa situação, entendo melhor a posição do meu irmão, que deve se mudar de Viena para vir morar mais perto dos nossos pais.

15 de novembro de 2009

Tá ficando com jeito de carro

Ontem estive na Armação dando uma olhada no andamento da restauração do Puma. O chassi e assoalho ficaram muito bons. O carro parece novo. Ainda sem a carroceria em cima, ficou parecendo um carro que tá saindo da linha de montagem agora.

Ainda vai um bom tempo e vai ser complicado me ausentar por um mês, justo na fase mais final do processo. Mas vou confiar no Fausto e no Felipe e seu trabalho. Até agora, não têm me decepcionado em termos de qualidade.

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13 de novembro de 2009

Fazendo os planos

Hoje paguei metade do aluguel do apartamento em que vamos ficar em New York de 20 de dezembro a 17 de janeiro. Foi uma graninha, mas certamente vai ser bem mais em conta do que ficar em hotel. Até porque não vamos só nos dois. Meus pais vão conosco daqui do Brasil – apenas voltam um pouco antes – e meu irmão vem da Áustria para nos encontrar. Será, portanto, um Natal e um Ano Novo em família, só que num lugar diferente.

A partir desse final de semana é que a Lu e eu vamos nos dedicar mais aos planos da viagem. E quando digo dedicar, não estou brincando. Quando viajamos, programamos tudo com antecedência, calculamos cada despesa e fazemos as reservas financeiras direitinho. Tanto que em 2008, depois de passar 32 dias pela China e Europa, voltamos para casa com dinheiro. Que nem trocamos e vamos usar nessa viagem agora. Planejamento pode não ser tudo, mas é muito.

20 de outubro de 2009

Adeus

Ontem fez 13 anos do falecimento da minha avó materna. E apenas cinco dias do falecimento do meu sogro. Sofri muito com os dois. Claro que a partida do meu sogro, que era como um pai para mim, dói mais agora, por ser tão recente. Mas sinto falta de ambos.

Eu não sou uma pessoa espiritualizada. Não creio em Deus, em vida após a morte, em redenção eterna, em reencarnação. Para mim, a vida é matéria. E um dia o corpo falha e a gente se vai. Pra sempre, pra não mais voltar.

Apesar do meu ceticismo, também não acredito que a vida da gente se vai pra sempre. Quem tem filhos e netos, como o seu Carvalho e a Vó Maria, deixa um pouco da herança genética, de suas características físicas e de personalidade.

Mas, mais importante, quem teve uma convivência boa com seus amigos e família, deixa lembranças. Boas lembranças. E essas vão durar por algumas gerações. Minha mãe e meu tio lembram de muitas coisas de minha avó. Minhas primas, meu irmão e eu também. Só aí vão duas gerações de lembranças. As memórias do seu Carvalho ainda estão muito vivas. Lembrar dele ainda dói. Mas é a melhor coisa que ele deixa para nós. E é o que eu quero deixar quando me for. Me esforço para isso.

8 de outubro de 2009

No fundo, no fundo…

Desde março deste ano o Puma está em processo de restauração com o Fausto, um pumeiro aqui de Floripa. Ele e o filho, Felipe, estão trabalhando no meu tubarão e uma série de coisinhas surgiram nesse meio tempo. A última é um problema com o fundo, ou assoalho, do carro.

Comprei um assoalho – o par, na verdade, já que é uma peça para o lado do motorista e outra para o carona – de Brasília logo que o carro foi para a oficina do restaurador, que é na casa dele, na Armação, Sul da Ilha. O problema é que faz umas duas semanas ele começou a montar o chassi e notou que o assoalho não servia.

O resumo é que o Puma Tubarão, modelo do meu, usa o assoalho do VW Karmann-Ghia, diferente dos pumas mais novos, que usam o de Brasília cortado. Aí ferrou. Quem diz que eu acho um assoalho de Karmann-Ghia para vender. Procurei por tudo, mas nada de aparecer um original.

Até que o Fausto cruzou com um anúncio de um cara em São Paulo que fez um assoalho para Karmann-Ghia artesanalmente, em chapa de aço preta. Entramos em contato, chegamos a negociar preço e tal, mas depois de ele mandar as fotos do assoalho e eu avaliar, vi que tinha algumas grandes diferenças em relação ao original. Podia complicar para obter placa preta, o “atestado” de originalidade de qualquer carro antigo.

Falei com Fausto e decidi mudar o plano. Vamos tentar recuperar o assoalho original, aproveitando pedaços do assoalho de Brasília novo que eu já tenho. Sábado vou lá na Armação com medidas e planos para acertarmos os detalhes.

Agora, que a fibra está praticamente pronta, começam a pintar esses detalhes complicados. A borracha que não serve, a dobradiça que não está na medida, os parafusos que não batem com a especificação. E por aí vai. Me dói a cabeça só em pensar em fazer um inventário de todos os parafusos para comprar. Claro que vou trocar todos eles. O trabalho para levantar um por um é hercúleo. Mas só assim para o carro ficar novo como eu quero.

28 de julho de 2009

.38

Dizem que 38 não é uma idade, mas um calibre. Lageanos já têm fama de violentos e fãs de revólveres. Bem, quem me conhece sabe que esse lageano aqui é diferente. Eu arriscaria até dizer que sou esquisito. Fica pro julgamento de vocês.

Não podia deixar de postar hoje. O blog tá xoxo, paradão, ridiculamente abandonado. Mas ainda assim, tenho muito para contar. Sobre os planos de viagem para o fim do ano, sobre o andamento da restauração do Puma, sobre uma promoção e sobre meu desempenho nos campeonatos de sinuca e squash que disputei.

Poderia contar sobre isso, mas não vou. Melhor falar de algo diferente, esquisito. Sobre um garoto gordinho, que tinha dores de ouvido horríveis e uma tremenda prisão de ventre quando era pequeno. Sobre um garoto que logrou a própria avó quando a mãe pediu para ele levar empadas para ela. Sobre como essa criança de quatro ou cinco anos adorava sentar-se num banco de madeira ao lado do fogão à lenha e comer batatas fritas com chá de casca de laranja. Sobre como teve por um dia um gatinho filhote, que sumiu de maneira inexplicável.

Sobre como o garoto que tanto brincou com o gatinho também torturou um coelhinho branco que ganhou de páscoa. Daria para contar como esse garoto festejou, aos cinco anos, pulando na cama de seus avós maternos a chegada de um outro filhotinho, seu irmão mais novo e amigo para toda a vida.

De como esse garotinho chorou quando o fusca de seus pais derrapou numa curva e ameaçou cair num lago. Como, mais velho um pouco, se assustou ao ver estourar o pneu do TL que ia à frente da Brasília de seu pai e como ficou tranquilo quando pararam todos bem no acostamento.

Na puberdade, o menino gordinho ficou magro, muito magro. Implicavam com ele, zoavam com ele, meio nerd, meio CDF. Aos quinze, surpreendeu-se quando garotas começaram a notá-lo e lembra bem de como aproveitou o verão de 1986. De como sua mãe ameaçou desmaiar ao vê-lo pela primeira vez abraçado com uma namoradinha – Shirley, filha do delegado. De como saía a noite sem hora para voltar, bebia e fumava e fazia todas essas besteiras que os jovens fazem.

E de como quando veio morar em Florianópolis, conheceu uma menina que ele quis mais do que abraçar. Uma tal Luciana, que mudou o rumo da vida do jovem magrelo, narigudo e orelhudo que fazia engenharia elétrica e apresentava um programa de rock na rádio pirata da UFSC. De como ficaram juntos pela primeira vez numa festa no clube Penhasco. Um visual digno do romance dos dois.

Daria para contar como ele mudou a carreira acadêmica, meteu-se nas letras e não se reergueu mais até hoje. Depois, deu mais uma guinada e foi mexer com informação e estratégia, gestão e liderança. E promete que não pára por aí. Aliás, promete que não pára nunca. Que se for preciso, lhe parem. Porque aos 38 tem energia de 25, não pára de ler, de fazer planos e de sorrir. E quer continuar sendo assim, pra sempre.

Daria para contar tudo isso, mas que sentido há em escrever uma história que não tem fim? Um texto que termina em reticências, reticentemente? Não. Melhor deixar não dito e seguir a vida. O texto acaba. A vida? Sabe-se lá quando…

3 de julho de 2009

Meme Wanna Be

Cris-Cris me convocou e não afrouxei: respondo ao meme dizendo cinco coisas que não sou, gostaria de ser mas arrisco. Aliás, arrisco dizer que há algum problema na construção dessa frase. Mas, vocês entenderam mais ou menos o que quero dizer, né?

  • Piloto de avião – Sonho de adolescência e que até hoje não realizei. É caro, exige tempo e foco que hoje já não consigo dar. Certamente não será minha carreira, mas poderia ser um (mais um!) hobby interessante. Está nos planos, mas não para o curto prazo. Dá pra dizer que arrisco porque piloto aviões simulados há muito tempo no Microsoft Flight Simulator. E não me saio muito mal, não.
  • Multitarefa – Complicado fazer duas ou três coisas ao mesmo tempo, mas eu tento. Certamente, essa habilidade ajudaria no meu trabalho. Vez por outra eu falo ao telefone com alguém ao mesmo tempo que escrevo sobre algo totalmente diferente. Tenho treinado, mas ainda preciso desenvolver beeeem mais essa capacidade.
  • Modesto – Tá bom, é oficial: eu me acho. Eu sei disso. Sempre intervenho nas conversas com alguma informação extra, uma coisa que eu acho que só eu sei. Tenho quase certeza (tudo bem, tenho certeza, mas não espalhem) que isso incomoda muitos amigos. A Lu me chama de “pedante, pedantíssimo”, numa alusão a um maestro catarinense. Internal joke. Mas estou ciente dessa falha de personalidade e tenho tentado refrear.
  • Pontual – Tenho melhorado nesse aspecto quando se trata de questões de trabalho. Mas no final de semana, quando marco de jantar com amigos, de ir numa festa ou algo assim, continuo sendo o “senhor atrasado”. E olha que eu gosto muito de relógios.
  • Poliglota – Dá pra dizer que inglês eu domino (voltando ao item três, por favor!) e que espanhol dá pra enrolar bem – tirei o DELE (Diploma de Espanhol como Língua Estrangeira) no ano passado. Mas no resto… Caramba! Francês é uma palavra ou outra. Alemão, bah! Meu irmão, que mora há 10 anos na Áustria, diz que eu entendo copy-deutsch. Ou seja: um alemão falsificado na China.

Para continuar o meme, indico Geisi, Carol, Marcelo, Magoo e Aline.

20 de junho de 2009

Noite em claro

Não comentei aqui, mas meu velho estava há quase dois meses para fazer uma cirurgia. A famílía toda preocupada, coisa e tal. Ontem ele operou, às 8h30min, no Imperial Hospital de Caridade, em Floripa. Hoje estou acompanhando ele no hospital. Devo passar a noite em claro.

A cirurgia foi tranquila, de acordo com o médico. Aparentemente o problema, um adenocarcinoma na próstata, foi resolvido, e a recuperação já começou bem. O seu João está bem disposto, corado e tranquilo. O quarto no Caridade é bom, grande, com excelentes instalações. Tem até um pacotinho básico da Net.

14 de maio de 2009

Talento para cozinha

Minha mãe encontrou uma preciosidade no meio das receitas dela. Um prato criado pelo meu pai, meu irmão e eu. Chama-se excabexeiro. Vou confessar que, apesar da minha boa memória de longo termo, não recordo se o sabor é bom ou não. Transcrevo a receita e deixo a conclusão para vocês.

Excabexeiro

Ingredientes:

  • Ovos
  • Pão ralado
  • Banana moida
  • Catchup
  • Maçã ralada

Bata os ovos e depois rale o pão e a maçã esmague a banana (tudo junto menos os ovos) e bote o catchup e depois junte tudo mecha (sic) bem e frite em fogo baixo por 7 minutos e enfeite o prato com pedaços de maçã e pronto.

O papel com a receita, amarelado pelo tempo, foi datilografado numa Olivetti Letera 32, mexicana, verde-clara, que meus pais têm até hoje. Eu tinha 12 anos quando transcrevi a gororoba que fazíamos nos finais de semana à noite. Giuliano tinha 7 anos. Meu velho, que está aqui ao meu lado, acrescentou: “Algumas vezes, vocês ainda faziam eu colocar umas colheradas de Nescau”. Para completar, minha mãe dá um depoimento: “Eu comia e ainda tinha de dizer que era bom”.

11 de maio de 2009

Nunca vi a Lua com esses olhos

O presente meu e da Lu para meu pai no Natal passado foi um telescópio astronômico que comprei em Beijing. Mas o seu João só foi por as mãos no presente recentemente, quando as compras vieram da China pelas mãos do meu cunhado que morava lá, no mês passado.

Porém, só hoje é que conseguimos descobrir direito como funciona o equipamento. Olhamos a Lua. Impressionante olhar bem de perto uma bela lua cheia. As crateras, todas bem visíveis, as manchas na superfície do satélite. Muito legal.

O plano para amanhã à noite é procurar um lugar escuro e tranquilo para montar o telescópio e olhar as estrelas. Com a menor lente – que amplia menos – a Lua enche o visor do telescópio. Com a maior ampliação, se vê apenas uma cratera, das menores. É muito legal mesmo. Só tenho um arrependimento: não ter trazido um desses para mim.

10 de maio de 2009

Flagrante no Google Maps

O Rafa, sobrinho da Lu, me deu a letra hoje: na foto que mostra a casa do meu cunhado Bebeto, em São José, aparece um carrinho branco estacionado próximo às árvores. Meu Puma está no Google Maps!


Exibir mapa ampliado

4 de maio de 2009

A culpa é da Matrix

Nem havia me dado conta que não funcionaria, mas a imagem abaixo que não carregou é culpa da Matrix. Faz mais de uma semana que meu e-mail pessoal está sem funcionar e com as mensagens voltando. O servidor de armazenamento, onde a Lu e eu guardamos alguns arquivos que precisamos pegar à distância, também tá fora. Lá ficam as imagens do blog, bem como os arquivos antigos. Os caras não resolvem e também não explicam muita coisa. Em suma, se os caras não resolverem essa engronha amanhã, bye-bye Matrix.

Indo onde Gostosa alguma jamais esteve

Faz um tempo eu escrevi aqui que um dos meus planos para o Gostosa era dar uma esticada até Governador Celso Ramos. Fiz isso ontem, com o amigo Carlito. Foi uma velejada de sete horas. Saímos às 11 horas da marina e voltamos em cima da hora de fechar, às 17h55min. Só uma parada: já perto do continente, para almoçar, por meia hora. Foi uma velejada gostosa, digna do nome do barco, sem ventos muito fortes e com o mar bem tranquilo, mesmo na boca Norte da baía. A imagem do trajeto, plotada no GPS e transferida para o Google Earth está aí embaixo (ainda estou tentando descobrir um jeito de colocar esses dados do GPS no Google Maps).

velejada

Update: O proeiro/timoneiro Carlito Costa conseguiu (ele me explica outra hora como fez) colocar o mapa da velejada no Google Maps. Taí o percurso, agora mais interativo.


Visualizar Velejada de domingo 3/05/09 em um mapa maior

18 de abril de 2009

Descompressão

Estranho vir a São Paulo para tirar o estresse do corpo, mas foi precisamente isso que a Lu e eu fizemos neste final de semana. Vamos fazer nosso visto para viajar aos EUA na segunda-feira, dia 20 e aproveitamos para fazer outras coisas na "cidade grande". Principalmente compras. O que sempre ajuda a aliviar o estresse de um consumista como eu. Posted from moBlog – mobile blogging tool for Windows Mobile

7 de abril de 2009

Aula de Orkut

Dia desses, a Lu chegou pra mim e falou que precisava de “umas aulas de Orkut”. Antes que vocês sacaneiem o amor da minha vida, explico: a Lu é neófita para essas questões de internet em que ela não vê utilidade. Não tem blog, Twitter, perfil no Orkut, MySpace, Facebook, só usa um único e-mail pessoal, não é fã do Google Maps. Por aí vocês tiram.

Pois é, agora ela tá querendo aprender um pouco sobre isso. Usar no trabalho, como ferramenta de relacionamento com os públicos de comunicação que ela precisa alcançar. E nesse quesito, o Orkut é poderosão aqui no Brasil. Me serviu muito para auxiliar na reforma do Gostosa. Peguei muitas especificações e dicas de peças na comunidade de Day Sailer do Orkut. No início da restauração do Puma, também ajudou. Inclusive, ajudou a encontrar o meu tubarão branco 76. Acabei comprando o Puma pelo Webmotors, mas me ofereceram diversos carros pela comunidade e nos scraps.

Mas o mais louco é que a Michelle, uma amiga nossa que faz aniversário agora no dia 25 de abril, está montando a festa dela por meio de uma comunidade no Orkut. Diz ela que quem não estiver inscrito na comunidade não será convidado para a festa. Mas espero que ela não cumpra a promessa. Se barrar os “sem Orkut”, vou ter que ir sozinho.

[Ouvindo: É Preciso Saber Viver - Roberto Carlos - Despedida]

6 de abril de 2009

Puma em restauração

Comentei aqui que o meu Puma está em processo de restauração. Tenho feito diversas viagens para a praia da Armação, onde fica a oficina do restaurador. Na última ida, para levar a luz de placa, um jogo de borrachas e dois galões de thinner, tirei essa foto. Sem as portas e completamente pelado por dentro. Os bancos estão no estofador – valeu, Rafa! – e muitas das outras peças estão aqui comigo, para limpeza, cromagem e restauro. É apenas o início do processo. Tem muita coisa pra frente.

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[Ouvindo: Creep - Radiohead - Pablo Honey]

3 de abril de 2009

Ainda não entendi o twitter

Entrei no twitter esta semana. Ainda não peguei bem o espírito da coisa. Ficar postando informações sobre o que eu estou fazendo, o que eu li no momento ou onde estou me parecem meio bobas. O que notei é que o povo usa bastante para chamar para seus próprios blogs. Experimentei fazer isso também, mas ainda não vi resultado em termos de acesso. O Google Analytics continua mostrando a média tradicional da Casa Proença, sempre na casa dos 25 a 30 visitantes diários.

Mesmo assim, meio perdido com o uso desse negócio, estreei o twitter com gosto: baixei um aplicativo para meu smartphone, um HTC Touch rodando Windows Mobile 6. Chama-se Twobile e é gratuito. Funciona bem. Também adicionei no meu notebook um gadget do Vista que lê e twitta direto da área de trabalho, chamado Twitter Gadget. Esse, às vezes, perde a conexão. Mas tem visual legal e ocupa pouco espaço na barra lateral do Windows.

[Ouvindo: C'mon And Love Me - Kiss - The Very Best Of Kiss]

2 de abril de 2009

“Escolhe eu”

Quando eu era guri, sempre ficava por último – ou era um dos últimos – a ser escolhido para jogar bola. Nunca fui bom em futebol. Lembrei disso porque “Pick Me” é o mote da campanha da Reebok para o fantasy game da NFL que eles patrocinam. Veja o vídeo e diga se não é maneiro. Coisa de quem curte footbal, e não futebol.



[Ouvindo: Battle for Britain - David Bowie - Earthling]